
Dessa vez não tem balanço, não tem texto legal e não tem cereja de bolo. 2006 é um ano que termina amargo. Ontem eu entrevistei um repórter da Band que, certa vez, estava próximo à uma favela. Um cara chegou e disse, como quem não quer nada: "você vai virar Tim Lopes". Não dá pra desejar feliz ano novo quando seu último trabalho envolveu esse tipo de situação. E essa é a história "publicável" do que ouvi ontem. Eu não vou ver essa cidade transitável como deveria ser. O 'choque de gestão', para usar expressão da moda, tem que durar uns 30 anos para ter efeito.
Enfim, anos ímpares costumam ter mais avanços na minha vida que anos pares. E anos terminados em 8 costumam ser interessantes. Quem sabe não estamos entrando em um bom triênio?
Merde. Isso acabou virando um balanço. E, de certa forma, positivo.
2 comentários:
É inevitável, né! bom 2007 procê!
a esperança tá sempre aí... mesmo pros mais pessimitas! quase involuntário! senão, como a gente continua?
bjoo
feliz 2007!!
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